quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Uso do celular pode trazer prejuízos à saúde OMS classifica o aparelho como "possivelmente cancerígeno"



Você já imaginou sair de casa sem levar o telefone celular? Para muita gente, está cada vez mais difícil desapegar do aparelho. No entanto, o uso frequente do celular 

Uma equipe de 31 cientistas de 14 países, incluindo Estados Unidos, tomou a decisão depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares. Essas pesquisas mostraram que pessoas que usam celular durante mais de 30 minutos pode dia por mais de dez anos têm risco maior de câncer no cérebro. Os cientistas dizem que essas provas são suficientes para classificar a exposição como "possivelmente cancerígena para os seres humanos". Muitas instituições da ONU já aconselham seus funcionários a usar telefones celulares com menos frequência.

Além do câncer, os cientistas estão preocupados com outros riscos que esse aparelho pode trazer. Um estudo recém-divulgado pela Universidade de Viena afirma que as pessoas que usam o celular 10 minutos por dia, e que fazem isso há pelo menos quatro anos, têm 70% mais chances de desenvolver zumbido crônico no ouvido. E os problemas não param por aí: até a fertilidade masculina pode ser afetada pelas ondas emitidas pelo celular.

Segundo um estudo do Centro de Pesquisa Reprodutiva dos Estados Unidos, em Cleveland, o celular estaria relacionado com a infertilidade masculina por aumentar a temperatura dos testículos. E o problema ocorreria justamente porque a maiorias dos homens guarda o aparelho no bolso da calça, próximo aos testículos. Os pesquisadores descobriram que os homens que usavam o celular mais de quatro horas por dia tinham sua produção de espermatozoides diminuída em 50%. 

levanta questões sobre os possíveis problemas que os sinais emitidos por ele podem causar à saúde do nosso organismo. Na última semana, a Organização Mundial da Saúde levantou a polêmica novamente ao classificar o celular como "possivelmente cancerígeno", mesma atribuição dada ao chumbo e ao clorofórmio.





As mulheres na ciência brasileira: crescimento, contrastes e um perfil de sucesso

As mulheres na ciência brasileira: crescimento, contrastes e um perfil de sucesso




HISTORICAMENTE, a ciência sempre foi vista como uma atividade realizada por homens. Durante os séculos XV, XVI e XVII, séculos marcados por diversos eventos e mudanças na sociedade que possibilitaram o surgimento da ciência que conhecemos hoje, algumas poucas mulheres aristocráticas exerciam importantes papéis de interlocutores e tutores de renomados filósofos naturais e dos primeiros experimentalistas. Não obstante suas qualidades e competências, não lhes era permitido o acesso às intensas e calorosas discussões que aconteciam nas sociedades e academias científicas, que se multiplicaram no século XVII por toda a Europa e tornaram-se as principais instituições de referência da ainda reduzida comunidade científica mundial. No século XVIII, essa situação pouco se modificou e o acesso das mulheres a essa atividade, com poucas exceções, deveu-se principalmente à posição familiar que elas ocupavam: se eram esposas ou filhas de algum homem da ciência podiam se dedicar aos trabalhos de suporte da ciência, tais como, cuidava das coleções, limpar vidrarias, ilustrar e/ou traduzir os experimentos e textos. O século seguinte é marcado por ganhos modestos no acesso de mulheres às atividades científicas, como a criação de colégios de mulheres, mesmo assim, elas permaneceram às margens de uma atividade que cada vez mais se profissionalizava. A mudança nesse quadro inicia-se somente após a segunda metade no século XX, quando a necessidade crescente de recursos humanos para atividades estratégicas, como a ciência, o movimento de liberação feminina e a luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres permitiram a elas o acesso, cada vez maior, à educação científica e à carreiras, tradicionalmente ocupadas por homens.

Top 10 descobertas científicas que mudaram a humanidade

Top 10 descobertas científicas que mudaram a humanidade  














Muitos avanços científicos revolucionaram a sociedade e a vida do homem. Por isso, o Museu de Ciências de Londres divulgou uma pesquisa com as 10 maiores invenções e descobertas científicas que mudaram os rumos da humanidade.



segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Descoberta mutação que bloqueia entrada do HIV em organismo

Descoberta mutação que bloqueia entrada do HIV em organismo

Cientistas do Instituto de Pesquisa da Aids IrsiCaixa identificaram uma mutação genética em pessoas com Aids que bloqueia a entrada do vírus HIV em células do sistema imunológico, ao impedir a produção de uma proteína que facilita sua penetração no organismo.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

TEMAS DO TCC 2016

TEMAS DO TCC 2016.
Poluição eletromagnética
Alterações do clima
Eutanásia
Homofobia
Trafico de pessoas
Historia da política
Historia da educação brasileira
Feminismo
Redemocratização: final da ditadura militar e a geração coca cola (anos80)
Historia da música
Influencia da cultura americana no Brasil
Destruição da cultura indígena
Medicina alternativa
Exploração do espaço
Causas da overdoses
Masoquismo juvenil
Idéias positivistas
Direção consciente
A Opus Dey
Maçonaria no Brasil
Zika vírus
Historia dos jogos olímpicos
Holocausto
Volta do racismo no mundo
Abuso sexual
Partidos políticos brasileiros
Desastres ambientais e suas conseqüências
A violência infantil e com os idosos
Cotas raciais
Mayas e sua cultura
Migração estrangeira
Hidrogênio o combustível do futuro
Lixo eletrônico
A formação das novas famílias
Adoção e suas conseqüências
Epilepsia- causa e conseqüência
Esquizofrenia doença de jovem
Uso de terapia em animais
Os OVNIS
Mitologia grega
Despreparo de policiais
Mundo sustentável
Guerra e globalização

Guerra civil americana e o surgimento das Ku Klux Klan

Einstein no Ceará - As aventuras e desventuras de uma teoria arretada nos confins do sertão

Luiz Romero
Correndo pelo espaço, a Lua surgiria entre o Sol e a Terra. Projetaria uma sombra imensa sobre o planeta. E seguiria seu caminho. Parecia apenas outro eclipse. Exceto para quatro ingleses: fazia horas que eles olhavam para o céu, apreensivos. Divididos em dois grupos, o primeiro numa ilha da costa da África e o segundo numa cidade do nordeste do Brasil, torciam para que o brilho da constelação de Touro, ajudado pela escuridão, superasse as nuvens e chegasse às câmeras. O experimento não poderia dar errado. Dependia dele a comprovação de um dos maiores feitos da mente humana. Uma teoria que unificava tempo e espaço, energia e matéria, velocidade e gravidade, que reformulava um arcabouço de leis incompletas para desenhar um novo Universo, mais elegante e racional. Depois de 29 de maio de 1919, os africanos não desconfiavam, os brasileiros também não, mas o mundo nunca mais giraria como antes.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Tabela periódica ganha quatro novos elementos químicos

Tabela periódica ganha quatro novos elementos químicos

A tabela períodica ganhou quatro novos elementos químicos, conforme anunciado pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC). Por enquanto, os elementos são identificados por nomes temporários e pelos números atômicos 113, 115, 117 e 118, mas deverão ganhar nomes e símbolos permanentes. A IUPAC convidou os descobridores dos elementos do Japão, Rússia e Estados Unidos para apresentarem sugestões.
A tabela periódica é uma forma de organizar todos os elementos químicos conhecidos de acordo com suas propriedades e de mostrar algumas informações sobre eles. Com a tabela, é possível prever as características e propriedades desses elementos.
Os nomes e símbolos propostos serão verificados pela Divisão de Química Inorgânica da IUPAC quanto a coerência, possibilidade de tradução para outras línguas e possibilidade de uso prévio em outros casos. Os novos elementos podem ser batizados, por exemplo, em referência a conceitos mitológicos, minerais, lugares ou países e até mesmo em homenagem a algum cientista.
Após a aprovação da Divisão, os nomes e símbolos de duas letras serão apresentadas para análise do público por cinco meses, antes do mais alto órgão de IUPAC, o Conselho, tomar uma decisão final sobre os nomes que serão introduzidos na Tabela Periódica dos Elementos.
Os nomes e símbolos temporários são ununtrium (Uut-113), ununpentium (Uup-115), ununseptium (Uus-117) e ununoctium (Uuo-118).