terça-feira, 1 de maio de 2018

Morre aos 43 anos na Austrália a aranha mais velha do mundo

Morre aos 43 anos na Austrália a aranha mais velha do mundo
A aranha mais velha conhecida morreu na Austrália aos 43 anos, anunciou um grupo de cientistas, que informaram que o aracnídeo teria sucumbido à picada de uma vespa.
O espécime, uma Gaius villosus, aranha da subordem dos migalomorfos, superou com folga o recorde anterior, que era de uma tarântula mexicana falecida aos 28 anos, segundo estudo publicado no Pacific Conservation Biology Journal.
No entanto, a aranha australiana não morreu devido à idade avançada, mas devido à picada de uma vespa, indicaram os pesquisadores à AFP.
Batizada de "número 16", esta aranha permitiu aos cientistas saber mais sobre o comportamento da espécie, encontrada em todo território australiano.
Foi descoberta em 1974, ao se iniciar um estudo sobre as aranhas escavadeiras (que cavam tocas) no centro da região de Wheatbelt, pela especialista australiana Barbara York Main, que atualmente tem 88 anos.
"Pelo que sabemos, é o espécime de aranha seguido há mais tempo e sua longa existência nos permitiu saber mais sobre o comportamento das aranhas escavadeiras e a dinâmica de suas populações", declarou a pesquisadora Leanda Mason, da Universidade Curtin de Perth, no sudoeste da Austrália.
"Através das pesquisas detalhadas de Barbara, pudemos determinar que a longevidade das aranhas escavadeiras se deve ao seu ciclo biológico e, sobretudo, à forma como vivem em áreas de matagal sem capina, assim como à sua natureza sedentária e ao seu lento metabolismo", declarou Mason.
O estudo também permitiu entender melhor as ameaças humanas que afetam a espécie, como as mudanças climáticas e o desmatamento.
As aranhas escavadeiras podem viver entre cinco e 20 anos.

Fatores que afetam a velocidade de uma reação

Fatores que afetam a velocidade de uma reação
Nos tempos modernos, é cada vez mais importante saber como alterar a velocidade das reações químicas.
Muitas vezes interessa que as reações ocorram lentamente, como aco
ntece com as que causam a deterioração dos alimentos. Outras vezes, é importante aumentar a velocidade das reações, como acontece com as que ocorrem por exemplo, na produção industrial. É que quanto mais rapidamente se produz um determinado produto mais barata fica a produção.
Os químicos, após investigação atenta, concluíram que é possível alterar a velocidade das reações químicas, tornando-as mais rápidas ou mais lentas, atuando de forma adequada num ou mais do que um dos seguintes fatores:
  • temperatura,
  • concentração dos reagentes,
  • estado de divisão dos reagentes sólidos,
  • presença de catalisadores/inibidores.

domingo, 18 de março de 2018

Stephen Hawking - Físico inglês


Stephen Hawking (1942-2018) foi um físico inglês que apesar de paralisado por uma doença degenerativa, se tornou celebridade por produzir algumas teorias fundamentais da física moderna.
Stephen William Hawking, conhecido como Stephen Hawking, nasceu em Oxford, Inglaterra, no dia 9 de janeiro de 1942. Seu pai cursou medicina e sua mãe estudou filosofia, política e economia, ambos na Universidade de Oxford. Caçula de quatro irmãos, com seis anos, já construía seus próprios trens de brinquedo. Considerado uma criança precoce, os colegas da escola o apelidaram de Einstein.

terça-feira, 13 de março de 2018

Química no cotidiano




A Química pode ser definida como a ciência que estuda a natureza da matéria, suas propriedades e transformações. Ela está presente em no nosso dia a dia, em todos os materiais que nos cerca, e em todos os seres vivos.
O nosso corpo, por exemplo, é formado por diversas substâncias em constante transformação que possibilitam o ser humano continuar vivo. Sem essas reações não haveria vida. Ao consumirmos alimentos, água, entre outros, o nosso sistema digestivo produz substâncias químicas capazes de transformar esses materiais ingeridos em nutrientes necessários para diversas funções do organismo, como produção de energia, manutenção dos órgãos, tecidos, ossos, etc. Em todas as ações comandadas pelo nosso cérebro, como por exemplo, nossas emoções, o que ocorre é química.

De infecções a pneumonia, estudo mostra que moscas podem transmitir mais doenças do que se imaginava


Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia encontrou 351 tipos de bactérias na mosca doméstica e e outras 316 varejeira.


A mosca doméstica ( Musca domestica ) e a mosca varejeira ( Chrysomya megacephala )

 carregam, cada uma, mais de 300 tipos de bactérias, mostra um estudo feito por 

pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia (PennState University), nos 

Estados Unidos.Muitas dessas bactérias são causadoras de doenças que afetam os seres

 humanos, incluindo infecções no estômago, intoxicações e até pneumonia.
Os micróbios se concentram nas pernas e nas asas dos insetos e se espalham pelo ambiente, por exemplo, cada vez que a mosca pousa sobre a comida. Cada movimento dos insetos pode espalhar as bactérias, afirmam os especialistas."As pessoas tinham alguma noção de que as moscas transportavam agentes patogênicos, mas não tinham ideia da dimensão desse fato e da escala em que essas bactérias podem ser transportadas", ressalta Donald Bryant, professor de bioquímica e biologia molecular da PennState University e um dos autores do estudo.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Descobertos organismos que passam a vida sem oxigênio no fundo do mar

Descobertos organismos que passam a vida sem oxigênio no fundo do mar

Um “estilo de vida” sem oxigênio era considerado exclusividade de vírus e micro-organismos unicelulares. Mas um grupo de cientistas italianos e dinamarqueses descobriram três espécies de animais multicelulares (ou metazoários) com menos de 1 milímetro de comprimento que passam toda a vida em águas privadas de oxigênio no fundo do Mar Mediterrâneo, ao sul da Grécia

As espécies, da família Loricifera, ainda não foram batizadas. Elas vivem a mais de 3 quilômetros da superfície, em sedimentos anóxicos (sem oxigênio) na Bacia de Atalanta, um vale no fundo do mar pouquíssimo explorado.

O grupo de pesquisa foi coordenado por Roberto Danovaro, da Universidade Politécnica de Marche, em Ancona (Itália).